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O Rei dos Cowboys |
ADEUS, COWBOY!
Para os mais vividos, que tiveram oportunidade de acompanhar, nos anos 50, o seriado que levava seu nome, nada a declarar. Para os mais jovens, ele foi um artista que conseguiu uma façanha que nenhum outro cantor de música western conseguiu: transformou a música dos cowboys em algo realmente aceitável pela classe média americana, que a considerava música de caipiras ou de segundo nível na escala musical. Isso ele conseguiu com seu carisma e sua proposta de modificar o conceito que as pessoas tinham sobre esse tipo de manifestação artística, vinculado ao modo de vida desregrado dos cowboys do velho oeste.
Com seu estilo bem comportado, provou que havia sentimento, emoção, intenções patrióticas e limpeza no movimento em direção ao oeste americano. E por que estamos falando issso? Porque Roy Rogers faleceu dia 06 de julho (uma segunda-feira) do ano de 1998, aos 86 anos de idade, em Victorville, California, de insuficiência coronariana. Ele era casado com Dale Evans, sua companheira de seriado, desde 1947, 14 meses após a morte de sua primeira esposa, Arlene. Rogers e Evans criaram nove crianças: duas do primeiro casamento de Roy, uma do primeiro casamento de Dale, uma dessa duradoura união, quatro adotadas e uma por reconhecimento de paternidade. Em 1952, Rogers e Evans perderam sua filha Robin, com um ano de idade. Em 1964, Debbie, uma das crianças adotadas, morreu em um acidente com um ônibus da igreja e no ano seguinte, outro filho adotado, John, morreu quando servia o exército na Alemanha. Roy Rogers deixou viúva Dale, órfãos seus filhos Roy Rogers Jr., Tom Fox, Cheryl Barnett, Linda Lou Johnson e Dodie Sailors, além de 15 netos e 33 bisnetos. |
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