|
| abrindo a porteira | Rei dos Cowboys | N a t a l | birthdays | awards | história caipira | história country | enciclopédia | ed. anterior |
(ed.66 - 16/04/2006) - 1. na segunda página de nossa edição, relacionamos os nomes dos vencedores da primeira corrida em busca de nossos brindes. Para os que não conseguiram, fica a esperança de dias melhores, pois ainda teremos mais três seqüências de premiação e, quem sabe, algumas surpresas mais. Para os vencedores, os quais temos certeza não se surpreenderam, ficam nossos cumprimentos e a solicitação para encaminharem e-mail com endereço para remessa dos brindes: o primeiro lugar leva o DVD de Keith Urban e o CD da trilha sonora de Walk The Line (Johnny e June); o segundo classificado receberá o DVD de Trace Adkins e Travis Tritt e o CD de Shania Twain. 2. "VIDA DE ARTISTA" traz uma matéria sobre a divina Dolly Parton. Vale à pena folhear nossa página dois para saber tudo sobre a vida deste ícone da música country. No "CANTINHO DA TRADIÇÃO COUNTRY", preservamos a matéria sobre Ernest Tubb, pois julgamos que sua tradicional modéstia nos obriga a divulgar por mais tempo sua trajetória de mais de 50 anos de country music. No próximo número, falaremos sobre Jimmie Rodgers. Aguarde! 3. O nosso QUIZ, sobre as Dixie Chicks, está no início da página dois e vai permanecer até 15 de maio. Portanto, você ainda tem chance de marcar pontos visando aumentar suas chances de receber nossa segunda leva de brindes. Insista e não desista! 4. Avaliamos, este mês, três discos bastante distintos: "Those Were The Days" de Dolly Parton, uma das rainhas da música country tradicional (que insiste em estar sempre atual e moderna); "Twice The Speed of Life", o primeiro trabalho do grupo Sugarland, que já foi um trio e hoje é uma dupla; e "Fortuneteller's Melody" do grupo SHeDAISY, que luta para se firmar no cenário country. São três grandes trabalhos. |
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
FAZER A DIFERENÇA A gente que lê jornal, se depara com algumas notícias que nos chamam a atenção. Por esses dias, lí que o presidente da Federação Internacional de Futebol (a poderosa FIFA), declarou que o Brasil não possui estádios de futebol em condições de abrigar jogos da Copa do Mundo. A princípio fiquei chocado e revoltado: "ora, o que pensa de nós esse senhor inglês?!", foi o que me passou pela cabeça. "Inglês pomposo e convencido!", foi o segundo pensamento. "Somos o país do futebol, e temos o direito de sediar uma Copa!", veio à minha mente esta constatação, recheada de indignação. Daí em diante foi uma enxurrada de sentimentos rodopiando por meu cérebro. Mas a vida continua e acabei esquecendo o assunto. Aí, não sei por que, comecei a refletir, novamente, sobre o assunto, mas desta vez sem emoção ou sentimentalismo. Comecei a pensar em quanto custaria um evento desse tipo e o quanto nosso país é carente em áreas muito mais importantes do que essa. Ora, um país que não consegue resolver seus problemas de saúde, previdência, emprego, habitação, ensino, transporte, salário digno, etc., etc., etc., não deveria se preocupar em gastar dinheiro com um evento como este. Ato contínuo, me veio à mente a imagem clara de ver todos os investimentos efetuados para a realização da COPA se deteriorando por falta de manutenção por parte do poder público e/ou sendo pichadas e destruídas pela própria população, após o término da competição. Aliás, isso é muito comum em nosso país: nós mesmos destruímos o que pagamos para construir. Falta-nos civilidade e cultura. Sempre foi assim e não vejo razão para julgar que até 2014 seria diferente. Passei vários dias, eventualmente, pensando sobre o assunto. Cada vez que passava por uma parede pichada, um ponto de ônibus destruído, um banheiro público detonado, uma calçada esburacada, uma residência gradeada, murada e fortalecida como se o proprietário esperasse a eclosão de uma guerra, etc., etc., etc., mais me convencia que uma COPA é coisa menor e pouco necessária. E onde entra a música country nesta história? Vou explicar. Parem para pensar numa coisa: música une pessoas que possuem o mesmo gosto. Pessoas que gostam da mesma coisa não brigam, não violam, não destroem. Ao contrário, se unem, se acalmam, se relacionam, confraternizam. Por que? Porque música é sentimento; e sentimento bom. Claro que estou falando de estilos musicais puros, que foram criados para divulgar o amor entre os semelhantes, a confraternização entre as pessoas, ou seja, os bons sentimentos que passam pela alma do compositor. Do lado de fora, ficam os segmentos musicais (que eu não considero música) dedicados a incitar a violência e difundir outros sentimentos menores, como o ódio, o rancor, o racismo, as diferenças e o sexo sem amor. Daí, a musica country pode fazer a diferença, na medida em que os apreciadores deste estilo musical se dedicam, pura e simplesmente, a curtir a mensagem embutida nas melodias e letras (para mim, a música country é a mãe de todos os estilos musicais modernos). Nestes 10 anos em que estamos na Internet, só fizemos amigos, só falamos de música, de semelhanças, de concordâncias, de gostos e preferências e quando discordamos, nunca abrimos mão do direito de preservar a música country de qualquer dano decorrente da discórdia. Para os apreciadores da música country, entre as diversas prioridades que a vida nos exige, ela é, indiscutivelmente, inegociável. Por isso, recebemos tantas manifestações de novos fãs da country music, que nos confessam se sentir arrebatados por este estilo musical. E é isso mesmo: o country entra na alma e em nossa vida devagarzinho, mas de forma irreversível. Por isso, desculpem a falsa modéstia, mas quando nosso povo tiver no coração o sentimento que os fãs da música country possuem, talvez comecemos a resolver nossos problemas de forma definitiva. Aí, quem sabe, estejamos maduros para realizar uma Copa do Mundo no país, sem risco de mais frustração. É isso!
Kristyn, Kelsi e Kassidy cresceram nas cercanias de Magna, Utah, uma cidade perto de Salt Lake City. Sua mãe ensinou-lhe os rudimentos de harmonia vocal e elas, desde muito jovens, se apresentavam para a vizinhança. Quando Kristyn terminou o segundo grau, o trio estava completo e começou a se apresentar pela região de Salt Lake City. Em seguida, o trio tentou a sorte em Nashville, onde as moças trabalharam em três diferentes lojas de departamentos, aproveitando as folgas para gravar demos e se apresentar para agentes e executivos de gravadoras. Após vários começos e muitas desilusões, conseguiram gravar o primeiro álbum em 1999. Agora, estão no quinto disco, porém, nem todos foram o sucesso que se esperava. Em 2004, o álbum "Sweet Right Here" foi bem recebido e alguns singles conseguiram boa aceitação nas rádios e nas paradas. Agora, com este trabalho de 2006, as moças esperam se firmar definitivamente. Esperamos que consigam.
Gravado no Henson Studios, Hollywood, CA., este álbum combina elementos pop familiares com a batida da música country. Pode-se dizer que é uma mistura de Corrs com Dixie Chicks, o que não desmerece, nem um pouco, o trabalho das irmãs Osborn (Kristyn, Kelsi, e Kassidy). Elas nos brindam com outro trabalho bem palatável, no segmento do country-rock, com este disco de 2006, "FORTUNETELLER'S MELODY". Produzido pelo colaborador constante de Sheryl Crow, John Shanks, este álbum tem duas canções deles em parceria com Kristyn Osborn: "Whatever It Takes" e "Healing Side", ambas com as características muito pessoais de Sheryl. Porém, em todas as canções (à exceção de "God Bless the American Housewife"), existe o dedo (quase) mágico de Kristyn. "23 Days" está tão bem nas vozes das SHe DAISY como estaria na das Dixie Chicks. Gostei desta canção. "Bring It on Back" é uma balada forte, do estilo Faith Hill. "I'm Taking The Wheel" é bem pop-rock, com marcação de bateria e suporte de guitarra. "God Bless The American Housewife" é outro pop-rock light. "Kickin' In" tem mais pitada country que a canção anterior. É mais forte, agressiva e pesada. Gostei. "What Do I Do Now?" é outro country-rock dos dias atuais, agradando os fãs do country e os da periferia. "In Terms Of Love" é uma canção mais lenta e melodiosa. "Burn Down The House" segue o esquema de som muito denso, sem deixar de ser rock e pop. "Out Of My Mind" não foge ao esquema pop-rock. "She Gets What I Deserve" é uma balada que encerra o disco com melodia acompanhada por arranjo country de steel guitar, violão, violino e guitarra country.
O disco foi, para
mim, uma grata surpresa. As meninas do SHeDAISY retornaram, após dois
anos, em grande estilo. Tomara que a avaliação do público e da crítica
seja positiva, para que elas se firmem no segmento country. A
avaliação é
Dizem por aí que Dolly Parton é eterna. Eterna e teimosa. Ela possui uma carreira vitoriosa, na música, no cinema, nos palcos, mas não para. Vigorosa, bem humorada (sempre), e prestigiada pela mídia, ela continua fazendo o que gosta: mostrando sua cara. Não cansa de nos brindar com preciosidades, sejam antigas canções ou novas (vide "Travelin' Thru" que ela escreveu especialmente para o filme Transamerica, concorrente ao Oscar de 2006). Dolly nasceu em 1946 (desculpe, Rainha...) em Sevierville, na região de Locust Ridge, Tennessee, e teve uma infância muito pobre (mas isto é uma história que vamos contar na seção "Vida de artista" - aguarde...).
O presente álbum é uma coletânea de músicas dos anos 60 e 70, escolhidas por Dolly e compartilhada com diversos artistas, da época e atuais. Assim, a primeira faixa, a inesquecível (para os de mais idade) "Those Were The Days" está linda nas vozes de Mary Hopkin, Porter Wagoner, George Jones, Brenda Lee e Dolly. "Blowin' In The Wind" com o grupo atual de bluegrass Nickel Creek é uma agradável audição do velho hit de Bob Dylan. "Where Have All The Flowers Gone" é uma canção tecnicamente bela. Sabe por que? Porque Dolly compartilha o vocal com Norah Jones e Lee Ann Womack, sinônimos de perfeição interpretativa. "Twelfth Of Never" é compartilhada com o xodó atual Keith Urban. "Where Do The Children Play", uma canção com a marca inconfundível de Cat Stevens (hoje, Yusuf Islam, após converter-se ao islamismo) é uma música que fez história. "Me And Bobby McGee" é uma canção que não me canso de ouvir, ainda mais com este dueto com Kris Kristofferson (gosto, também, na voz de LeAnn Rimes). "Crimson And Clover", uma das melhores canções de toda a minha vida, é uma balada do final dos anos 60 e início de 70 que deixou muita saudade e está linda aqui, com participação de Tommy James do The Shondells (original). "The Cruel War" é uma bela balada, com arranjo ao estilo Alison Krauss e com ajuda de Mindy Smith e Dan Tyminski (guitarrista e vocalista do grupo de Alison, Union Station). "Turn, Turn, Turn" é um épico dos anos 60 que Dolly interpreta com Roger McGuinn, do grupo The Byrds (original). "If I Were A Carpenter", gravada, originalmente em 1969, recebe essa nova versão nas vozes de Dolly e do astro country atual Joe Nichols. "Both Sides Now" é outro antigo sucesso, renovado nas vozes de Dolly, Judy e Rhonda."Imagine" está linda neste arranjo, com a participação do tecladista, compositor e produtor David Foster (dono de 14 Grammy e mais de 40 indicações), na estrada desde 1973.
Este trabalho de
Dolly vale cada decibel extraído por seu aparelho de som,
principalmente se você é da geração de ouro do rock. Por isso, damos
Kristen Hall (vocal, guitarra); Kristian Bush (vocal, bandolin); Jennifer Nettles (vocal), compunham o promissor grupo, banda ou trio (você escolhe) Sugarland. Com o disco que analisamos a seguir, eles estrearam no cenário country. Estrearam juntos, porque separados, cada um já tinha sua carreira no segmento musical. E com este primeiro trabalho, conquistaram o público e a crítica. Com ele, conseguiram disco de platina, indicações e prêmios, principalmente na categoria de revelação artística. Pena, porque em janeiro deste ano, Kristen Hall deixou o grupo para se dedicar a uma vida menos agitada e à carreira de compositora. Em compensação, os componentes restantes prometeram manter o nome Sugarland em evidência, com o pé na estrada e a cabeça em um novo disco. Kristian e Jennifer apoiaram a decisão de Kristen e não revelaram se pretendem substituí-la por outro participante. Por enquanto, vão tocando o barco e nós, por aqui, vamos ficar de olho.
O disco é o resultado do somatório de diversos fatores: boas composições, bons músicos, bons intérpretes, boa produção, boa gravadora, boa divulgação. São onze canções niveladas por cima, todas seguindo o caminho do country-rock/pop. "Something More", "Baby Girl", "Hello" e "Tennessee" são country-rocks com batida ligeira, agradáveis de ouvir e dançar. "Just Might (Make Me Believe)" e "Stand Back Up" são as duas únicas baladas (lentas) do disco. São gostosas de ouvir e colocam um pouco de água na fervura do álbum. "Down In Mississippi (Up To No Good)" é um country-rock com sotaque honkytonk. "Fly Away" tem uma base acústica com destaque para o bandolim e violão e uma pitada bluegrass. "Speed Of Life" volta ao esquema do country-rock/pop tão comum na música country moderna, com acompanhamento de banda de rock. "Small Town Jericho" começa acústica e vai ganhando força do meio para o fim. É uma canção que fica entre o rock e a balada, com destaque para a steel-guitar e o bandolim. Se você disser que "Time, Time, Time" é um rock com sotaque country, não estará errado. Se disser que é um country-rock, terá acertado em cheio. Daí, você escolhe...
O disco é
gostoso de ouvir. Não é nenhuma coisa do outro mundo mas é uma
obra muito boa e uma bela estréia, que nos deixa muito ansioso
pelo segundo álbum. Com certeza, vale
musicacountry.com e você em 2006, ano de nosso 10º aniversário
A seguir, saiba quais os brindes já definidos (você também pode sugerir - basta indicar em seu comentário o que gostaria de ganhar):
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
HÁ QUEM DIGA... Volta na próxima edição com mais história da música country...
- Ex-esposa de Garth Brooks à salvo, após seqüestro Autoridades de Oklahoma continuam a investigação do seqüestro de Sandy Brooks, ex-esposa de Garth Brooks, na noite de 3 de abril em sua casa em Owasso, Oklahoma, localizada a uns 25 km de Tulsa. Ela escapou de seu raptor poucos minutos depois e não foi ferida. O seqüestro ocorreu quando um oficial de justiça apareceu em sua propriedade à procura de Quintine Cornelius Harper, que não se apresentou ao tribunal para responder sobre um caso de fraude em Tulsa. Harper, que tem uns vinte e poucos anos, trabalhava na propriedade e estava hospedado em um apartamento localizado no celeiro. Após Sandy colaborar com o oficial que queria prender o trabalhador, Harper a seqüestrou a mão armada e a forçou a pegar o carro e levá-lo embora dali. Após apenas alguns quilômetros, Sandy parou o carro e correu para uma loja de conveniência. A polícia de Owasso prendeu Harper quando ele tentava fugir. Harper foi acusado por seqüestro e uso de armas. Garth Brooks e Sandy Mahl se casaram em 1986 e se divorciaram em 2000. Nenhum dos três filhos do casal estavam presentes quando ocorreu o seqüestro. Garth Brooks, que mora próximo a Sandy, se casou com Trisha Yearwood em dezembro. - Cobertt lança seu álbum de estréia O ator John Corbett lançou seu primeiro álbum, que leva seu próprio nome, na terça-feira dia 4 de abril, pelo seu próprio selo, Fun Bone Records. O projeto, que ele gravou em Nashville, inclui o single “Good to Go”. Seus créditos de ator incluem Casamento Grego, Northern Exposure e Sex and the City. - Hank Willians Jr. foi solto sem fiança Hank Williams Jr. foi solto na manhã de 4 de abril após se entregar voluntariamente ao xerife do condado de Shelby em Memphis, Tennesse. Ele estava sendo acusado de assédio por uma garçonete por um incidente ocorrido dia 18 de março no Peabody Hotel. Solto por uma intimação, ele não foi obrigado a pagar fiança. Um mandato para a prisão de Willians foi emitido após Holly Hornbeak, de 19 anos, prestar queixa de que o cantor a incomodou e a sufocou enquanto ela trabalhava como garçonete no bar do hotel. Em uma declaração por escrito distribuída para a mídia, Kirt Webster, agente de publicidade de Willians, alegou que o advogado de Hornbeak exigiu "uma grotesca quantidade de dinheiro para um acordo". Webster também afirmou, "Mr. Williams continua alegando inocência e está confiante de que este caso será resolvido de maneira justa". - Chesney lotará o Madison Square Garden Kenny Chesney já vendeu todos os ingressos para seu concerto de 4 de julho, no Madison Square Garden, se tornando o segundo artista country a atingir tal proeza. (As Dixie Chicks foram as primeiras em 2003). Os ingressos foram vendidos em uma hora. Chesney também já vendeu todos os ingressos para seu concerto do dia 16 de julho no New England Patriots' Gillette Stadium, que também contará com a presença de Dierks Bentley, Big & Rich, Gretchen Wilson e Carrie Underwood. Quando os ingressos foram a venda, no fim de semana do dia 1° de abril, Chesney também vendeu 30.000 ingressos, em 15 minutos, para seu concerto no Detroit Stadium, dia 26 de agosto e 32.000 ingressos para seu show, dia 26 de junho, no Seattle stadium. Ele realiza, atualmente, a turnê The Road and the Radio, com shows de abertura de Dierks Bentley e Sugarland. - Morgan sofreu pequenas lesões durante uma corrida de moto Craig Morgan sofreu pequenas lesões no domingo dia 2 de abril durante uma corrida de moto cross-country em Bucksnort, Tennesse. Ele estava na metade da segunda volta quando se chocou com uma raiz de árvore. Morgan foi jogado da moto em uma árvore. Morgan voltou para a moto e terminou em terceiro a corrida. Após ser tratado por ter quebrado o pulso esquerdo e por uma leve concussão, ele se apresentou no domingo a noite em um concerto em Nashville. - Rascal Flatts convida Gary Allan para turnê Rascal Flatts serão acompanhados por Gary Allan na segunda parte da turnê Me and My Gang. Seu primeiro show juntos será dia 26 de maio em Holmdel, N.J., e a turnê irá visitar 41 cidades antes de seu encerramento dia 16 de setembro em Raleigh, N.C. Rascal Flatts lançaram seu novo álbum, , Me and My Gang, na terça-feira dia 4 de abril e se apresentaram no Good Morning America no mesmo dia e no The View na quarta-feira dia 5 de abril. Eles começaram a primeira parte da turnê com show de abertura de Blake Shelton dia 25 de março. - Neil Young, Road Hammers, Duhks vencem o Junos O álbum Prairie Wind de Neil Young ganhou dois prêmios Juno – o equivalente canadense do Grammy – na noite de domingo do dia 2 de abril em Toronto, um por álbum alternativo adulto e um por produtor. (Young também produziu o álbum). O álbum auto intitulado do Road Hammers ganhou como álbum country. Corb Lund ganhou por álbum tradicional e de raiz na categoria solo, enquanto o álbum auto intitulado dos Duhks ganhou na categoria de grupo. - O novo vídeo das Dixie Chicks está disponível na CMT.com O novo vídeo das Dixie Chicks, "Not Ready to Make Nice", está disponível no cmt.com. A música é o primeiro single do álbum "Taking the Long Way", a ser lançado dia 23 de maio pela Open Wide/Columbia/SonyBMG. Sophie Muller dirigiu o clip. PARA SEU CONTROLE (álbuns já avaliados pelo site) 16.03.2006
ALGUNS FESTIVAIS PELOS U.S.A. A FORA - 2006 -
Walnut Valley Festival - Winfield, Kansas Em 2006 ocorrerá entre os dias 13 e 17.
Oklahoma International Bluegrass Festival - Guthrie, Oklahoma
Jamboree in the Hills - 2006 (Ohio)
Cheyenne Frontier Days - 2006 (Wyoming)
musicacountry.com - mais de 9 anos na Internet.
|
|
|
|
abrindo a porteira | Rei dos Cowboys|Natal|birthdays| awards | história caipira| história country|enciclopédia| |
|
|
|
|||
|
|
|
|
|